segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Thaty tpm;

Ainda me lembro daquele dia em que te liguei e estava perdida entre tanto desnorteio. Asa norte, amor ferido. Você. Ainda me lembro de quando  pensei que jamais amaria de novo, e você mostrou que é sempre possível. Que as feridas passam. Que o coração renova. Que eu amaria muito ainda. E amei. Você. Ainda me lembro do seu choro doído depois de algumas latas de cerveja, do seu choro amargo depois de alguns telefonemas. Da sua cara de sem vergonha diante de alguma foto, vídeo, piadas. Encontros. Nossos encontros. Ainda me lembro do seu sorriso bobo que transformou o presente em nostalgia, e arrancou do estômago a expectativa pelo nosso futuro. Nossa paz, nosso cantinho. Lembro do seu cafuné e tento imitá-lo passando a mão por dentre os cabelos, repetindo ”vai ficar tudo bem, amorzinho”, olhando as paredes e desejando que fossem de outra cor. Desejando uma almofada de zebra, uma música alta, dessas de estrada. Um café amargo. Um cigarro forte. Um colo seguro. Pra sorrir, pra chorar, pra ser sem vergonha, pra ser piegas, pra banalizar e escandalizar. Porque eu pensei que nunca amaria de novo. Porque eu pensei que nada pudesse ser puro – antes de você, minha sagitariana.


PS: Não ando escrevendo bem. Escrever é uma entrega. Acho que não estou muito disposta a estregar algo. Enfim...

2 comentários:

Anônimo disse...

Minha linda, obrigada. É muito importante poder compartilhar minhas coisas contigo. Saber que você terá paciência e ouvidos para escutar sempre... Obrigada por tudo!

Beijo, te amo... meu amorzinho!

T

Milena disse...

Imagina então se estivesse escrevendo bem :O