quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Tudo que não deu tempo de dizer.
Sinto (sem nenhum pesar, juro) que todo esse seu discurso de menino-rebelde-não-me-procure-por-favor não é o bastante para que eu me esqueça daquilo que podia ter dito se, aspas. Eu vou sentir saudades, sim. Da praça, das mangas e das mazelas contadas. Do frio na barriga e do abismo emocional, sustentados por duas horas e pouco. Do alívio aos cinco quilômetros restantes. Jantares a luz de um novo dia. Bebidas a beira da cama. Travesseiros juntos, pernas coladas. Água quente em dia frio. Um banho a dois. Vou sentir falta da sua risada, muda. Dos seus olhos, fartos. Das suas sardas e sorrisos e jeito, trejeitos. Das suas rugas na testa. Cabelos brancos e nó no peito as seis e trinta de uma segunda-feira difícil. De todos os clichês adolescentes e de todas as balelas ditas aos quarenta e cinco do primeiro, intervalo, segundo tempo. E, acima de tudo, sentirei saudade do que éramos deitados na cama, olhando para o ventilador de teto, em cinco ou seis anos. Éramos nós, lembra? Hoje, de marinheiro.
domingo, 27 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Zero a zero
